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“Veja os algarismos: não há dois que façam o mesmo ofício; 4 é 4, e 7 é 7. E admire a beleza com que um 4 e um 7 formam esta coisa que se exprime por 11. Agora dobre 11 e terá 22; multiplique por igual número, dá 484, e assim por diante.”
No trecho anterior, o autor escolheu os algarismos 4 e 7 e realizou corretamente algumas operações, obtendo ao final o número 484.
A partir do referido trecho, um professor de matemática solicitou aos seus alunos que escolhessem outros dois algarismos e realizassem as mesmas operações. Em seguida, questionou sobre o número que foi obtido com esse procedimento e recebeu cinco respostas diferentes.
Descrição da imagem (gerado por IA)
Tabela com duas linhas e cinco colunas de dados. A primeira linha traz os cabeçalhos 'Aluno 1', 'Aluno 2', 'Aluno 3', 'Aluno 4' e 'Aluno 5'; a segunda linha traz os valores 121, 242, 324, 625 e 784, respectivamente.
Textos contidos na imagem (gerado por IA)
Aluno 1
Aluno 2
Aluno 3
Aluno 4
Aluno 5
121
242
324
625
784
Quais alunos apresentaram respostas corretas, obedecendo ao mesmo princípio utilizado nas operações matemáticas do autor?
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3 e 5
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2, 3 e 5
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1, 3, 4 e 5
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1 e 2
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1 e 4
Fontes oficiaisGabarito conferido
Entre os valores da tabela, e têm raízes pares: em 324, , então algarismos que somam 9 (por exemplo, 4 e 5) produzem esse resultado; em 784, , e algarismos que somam 14 (por exemplo, 6 e 8) também produzem. Já e têm raiz ímpar, e 242 não é quadrado perfeito, de modo que não podem ser escritos como com inteiro. Assim, apenas os alunos 3 e 5 chegaram a respostas compatíveis com o princípio usado pelo autor, o que corresponde à.