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Um trabalhador possui um cartão de crédito que, em determinado mês, apresenta o saldo devedor a pagar no vencimento do cartão, mas não contém parcelamentos a acrescentar em futuras faturas. Nesse mesmo mês, o trabalhador é demitido. Durante o período de desemprego, o trabalhador deixa de utilizar o cartão de crédito e também não tem como pagar as faturas, nem a atual nem as próximas, mesmo sabendo que, a cada mês, incidirão taxas de juros e encargos por conta do não pagamento da dívida. Ao conseguir um novo emprego, já completados 6 meses de não pagamento das faturas, o trabalhador procura renegociar sua dívida. O gráfico mostra a evolução do saldo devedor.
Descrição da imagem (gerado por IA)
Gráfico cartesiano em preto e branco. O eixo vertical está rotulado "Dívida (R$)" e vai de 500 a 1 100, em intervalos de 50. O eixo horizontal está rotulado "Tempo (meses)" e vai de 0 a 6. A linha do gráfico é tracejada e liga pontos circulares preenchidos em cada mês, com linhas tracejadas de apoio até os eixos. Os valores aproximados por mês são: mês 0 = 500; mês 1 = 560; mês 2 = 630; mês 3 = 730; mês 4 = 830; mês 5 = 930; mês 6 = 1 050. A curva é crescente, com crescimento mais acentuado nos últimos meses.
Textos contidos na imagem (gerado por IA)
Dívida (R$)
1 100
1 050
1 000
950
900
850
800
750
700
650
600
550
500
Tempo (meses)
0
1
2
3
4
5
6
Com base no gráfico, podemos constatar que o saldo devedor inicial, a parcela mensal de juros e a taxa de juros são
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R$ 500,00; constante e inferior a 10% ao mês.
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R$ 560,00; variável e inferior a 10% ao mês.
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R$ 500,00; variável e superior a 10% ao mês.
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R$ 560,00; constante e superior a 10% ao mês.
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R$ 500,00; variável e inferior a 10% ao mês.