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Segundo o princípio da independência dos movimentos, de Galileu, sempre que a velocidade resultante de um corpo puder ser decomposta em duas ou mais componentes perpendiculares entre si, cada um desses movimentos poderá ser analisado separadamente como se os outros não existissem. Esse princípio é muito útil para a simplificação de alguns problemas reais, em três dimensões.
Considere um avião que, ao decolar, é instruído pela torre a atingir, em 6 minutos, uma posição de 20 km a Leste, 20 km a Norte e 1 km de altitude em relação ao ponto de decolagem, conforme a figura (fora de escala). No entanto, no instante da decolagem, começa a soprar um vento cujo vetor velocidade tem componentes 30 km/h para Leste, 20 km/h para Sul e 1 km/h de cima para baixo.
Descrição da imagem (gerado por IA)
Diagrama esquemático de orientação e deslocamento. No centro há um par de eixos cartesianos, com setas apontando para cima, para baixo, para a esquerda e para a direita, rotuladas respectivamente Norte, Sul, Oeste e Leste. Na origem dos eixos há o desenho de um avião verde, inclinado na diagonal, com um vetor preto saindo dele na mesma direção e sentido, rotulado com a letra v com seta. A partir do avião, linhas tracejadas azuis formam um caminho em linha reta na diagonal até um ponto preto no alto à direita, com duas setas curvas apontando para esse ponto, ao lado do texto Posição a ser atingida.
Textos contidos na imagem (gerado por IA)
Norte
Sul
Leste
Oeste
Posição a ser atingida
Durante a ação do vento, a velocidade que o piloto deve estabelecer em relação ao ar para que o avião chegue à posição esperada no tempo indicado tem as componentes
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230 km/h para Leste, 180 km/h para Sul e 9 km/h para baixo.
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230 km/h para Leste, 180 km/h para Norte e 9 km/h para baixo.
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200 km/h para Oeste, 200 km/h para Norte e 10 km/h para cima.
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170 km/h para Leste, 220 km/h para Norte e 11 km/h para cima.
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170 km/h para Leste, 180 km/h para Norte e 11 km/h para cima.