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O uso de defensivos agrícolas é preocupante pela sua toxidade aos ecossistemas, tanto ao meio biótico como abiótico, afetando as cadeias alimentares. Alguns defensivos, como o DDT (dicloro-difenil-tricloroetano), por serem muito estáveis, entram nas cadeias alimentares e permanecem nos ecossistemas.
Descrição da imagem (gerado por IA)
Diagrama de cadeia alimentar com fotografias em preto e branco ligadas por setas grossas, dispostas em círculo. Abaixo, à esquerda, a foto de duas espigas de milho com a legenda "Milho". Uma seta aponta para cima e à direita para a foto de um gafanhoto, com a legenda "Gafanhoto". Outra seta leva à foto de um sapo, no alto à direita, com a legenda "Sapo". Uma seta desce para a foto de uma cobra enrolada, com a legenda "Cobra". Na base, à esquerda, a foto de um gavião pousado, com a legenda "Gavião", e uma seta aponta para a esquerda, indicando o fechamento do ciclo.
Textos contidos na imagem (gerado por IA)
Milho
Gafanhoto
Sapo
Cobra
Gavião
Com base nas informações e na figura, o elo da cadeia alimentar que apresentará as maiores concentrações do defensivo é o do(a)
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sapo, devido ao tempo de vida ser longo, acumulando maior quantidade de compostos tóxicos ao longo da vida.
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cobra, devido à digestão lenta dos alimentos, resultando na concentração dos compostos tóxicos neste organismo.
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gafanhoto, devido ao elevado consumo de milho, resultando em altas concentrações dos compostos tóxicos no seu organismo.
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milho, devido à aplicação direta de defensivo na gramínea, gerando altas concentrações de compostos tóxicos em toda a planta.
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gavião, devido à acumulação de compostos tóxicos ao longo da cadeia alimentar, resultando nas maiores concentrações neste organismo.