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O rótulo de um desodorante aerossol informa ao consumidor que o produto possui em sua composição os gases isobutano, butano e propano, dentre outras substâncias. Além dessa informação, o rótulo traz, ainda, a inscrição “Não contém CFC”. As reações a seguir, que ocorrem na estratosfera, justificam a não utilização de CFC (clorofluorcarbono ou Freon) nesse desodorante:
Descrição da imagem (gerado por IA)
Duas equações químicas dispostas uma acima da outra, numeradas com algarismos romanos. Na equação I, a molécula CF2Cl2 (escrita com a letra L cursiva) transforma-se, sob ação de radiação ultravioleta indicada pela sigla UV sobre a seta, em CF2Cl· e Cl· (radicais livres, indicados por pontos). Na equação II, o radical Cl· reage com ozônio (O3), produzindo O2 e o radical ClO·.
Textos contidos na imagem (gerado por IA)
I) CF2Cl2
UV
CF2Cl• + Cl•
II) Cl• + O3
O2 + ClO•
A preocupação com as possíveis ameaças à camada de ozônio () baseia-se na sua principal função: proteger a matéria viva na Terra dos efeitos prejudiciais dos raios solares ultravioleta. A absorção da radiação ultravioleta pelo ozônio estratosférico é intensa o suficiente para eliminar boa parte da fração de ultravioleta que é prejudicial à vida.
A finalidade da utilização dos gases isobutano, butano e propano neste aerossol é
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substituir o CFC, pois não reagem com o ozônio, servindo como gases propelentes em aerossóis.
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servir como propelentes, pois, como são muito reativos, capturam o Freon existente livre na atmosfera, impedindo a destruição do ozônio.
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reagir com o ar, pois se decompõem espontaneamente em dióxido de carbono () e água (), que não atacam o ozônio.
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impedir a destruição do ozônio pelo CFC, pois os hidrocarbonetos gasosos reagem com a radiação UV, liberando hidrogênio (), que reage com o oxigênio do ar (), formando água ().
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destruir o CFC, pois reagem com a radiação UV, liberando carbono (C), que reage com o oxigênio do ar (), formando dióxido de carbono (), que é inofensivo para a camada de ozônio.