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O Conar existe para coibir os exageros na propaganda. ~~É ele é 100% eficiente nesta missão.~~
Nós adoraríamos dizer que somos perfeitos. Que somos infalíveis. Que não cometemos nem mesmo o menor deslize. E só não falamos isso por um pequeno detalhe: seria uma mentira. Aliás, em vez de usar a palavra “mentir”, como acabamos de fazer, poderíamos optar por um eufemismo. “Meia-verdade”, por exemplo, seria um termo muito menos agressivo. Mas nós não usamos esta palavra simplesmente porque não acreditamos que exista uma “Meia-verdade”. Para o Conar, Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, existem a verdade e a mentira. Existem a honestidade e a desonestidade. Absolutamente nada no meio. O Conar nasceu há 29 anos (viu só? não arredondamos para 30) com a missão de zelar pela ética na publicidade. Não fazemos isso porque somos bonzinhos (gostaríamos de dizer isso, mas, mais uma vez, seria mentira). Fazemos isso porque é a única forma da propaganda ter o máximo de credibilidade. E, cá entre nós, para que serviria a propaganda se o consumidor não acreditasse nela?
Qualquer pessoa que se sinta enganada por uma peça publicitária pode fazer uma reclamação ao Conar. Ele analisa cuidadosamente todas as denúncias e, quando é o caso, aplica a punição.
Descrição da imagem (gerado por IA)
Versão do anúncio de página inteira do Conar, com o mesmo texto em preto sobre fundo branco. No alto, à esquerda, o título "O Conar existe para coibir os exageros na propaganda." e, abaixo, a frase "E ele é 100% eficiente nesta missão.", riscada por uma linha horizontal (a tarja aparece mais apagada que na outra versão da imagem). À direita, a marca "CONAR" com um desenho de alvo e a frase "Propaganda boa é propaganda responsável.". O corpo do anúncio explica que o Conar não é perfeito, que não admite a ideia de "meia-verdade", que existe há 29 anos para zelar pela ética na publicidade e que qualquer pessoa que se sinta enganada pode reclamar.
Textos contidos na imagem (gerado por IA)
O Conar existe para coibir os exageros na propaganda. E ele é 100% eficiente nesta missão.
CONAR
Propaganda boa é propaganda responsável.
Nós adoraríamos dizer que somos perfeitos. Que somos infalíveis. Que não cometemos nem mesmo o menor deslize. E só não falamos isso por um pequeno detalhe: seria uma mentira. Aliás, em vez de usar a palavra “mentira”, como acabamos de fazer, poderíamos optar por um eufemismo. “Meia-verdade”, por exemplo, seria um termo muito menos agressivo. Mas nós não usamos esta palavra simplesmente porque não acreditamos que exista uma “Meia-verdade”. Para o Conar, Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, existem a verdade e a mentira. Existem a honestidade e a desonestidade. Absolutamente nada no meio. O Conar nasceu há 29 anos (viu só? não arredondamos para 30) com a missão de zelar pela ética na publicidade. Não fazemos isso porque somos bonzinhos (gostaríamos de dizer isso, mas, mais uma vez, seria mentira). Fazemos isso porque é a única forma da propaganda ter o máximo de credibilidade. E, cá entre nós, para que serviria a propaganda se o consumidor não acreditasse nela?
Qualquer pessoa que se sinta enganada por uma peça publicitária pode fazer uma reclamação ao Conar. Ele analisa cuidadosamente todas as denúncias e, quando é o caso, aplica a punição.
Anúncio veiculado na Revista Veja. São Paulo: Abril. Ed. 2120, ano 42, nº 27, 8 jul. 2009.
Considerando a autoria e a seleção lexical deste texto, bem como os argumentos nele mobilizados, constata-se que o objetivo do autor do texto é
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informar os consumidores em geral sobre a atuação do Conar.
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conscientizar publicitários do compromisso ético ao elaborar suas peças publicitárias.
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alertar chefes de família, para que eles fiscalizem o conteúdo das propagandas veiculadas pela mídia.
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chamar a atenção de empresários e anunciantes em geral para suas responsabilidades ao contratarem publicitários sem ética.
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chamar a atenção de empresas para os efeitos nocivos que elas podem causar à sociedade, se compactuarem com propagandas enganosas.