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Em uma colisão frontal entre dois automóveis, a força que o cinto de segurança exerce sobre o tórax e abdômen do motorista pode causar lesões graves nos órgãos internos. Pensando na segurança do seu produto, um fabricante de automóveis realizou testes em cinco modelos diferentes de cinto. Os testes simularam uma colisão de 0,30 segundo de duração, e os bonecos que representavam os ocupantes foram equipados com acelerômetros. Esse equipamento registra o módulo da desaceleração do boneco em função do tempo. Os parâmetros como massa dos bonecos, dimensões dos cintos e velocidade imediatamente antes e após o impacto foram os mesmos para todos os testes. O resultado final obtido está no gráfico de aceleração por tempo.
Descrição da imagem (gerado por IA)
Gráfico de linhas intitulado implicitamente, com eixo horizontal 'Tempo (s)' de 0,00 a 0,30 (marcações a cada 0,05) e eixo vertical 'Aceleração (m/s²)' de 0 a 200 (marcações a cada 40). Há cinco curvas identificadas na legenda à direita: Cinto 1 (linha tracejada dupla cinza), Cinto 2 (linha pontilhada), Cinto 3 (linha pontilhada fina), Cinto 4 (linha contínua) e Cinto 5 (linha tracejada). Cada curva tem um pico em tempos distintos: Cinto 1 atinge pico de cerca de 150 m/s² em aproximadamente 0,06 s; Cinto 2 atinge pico de cerca de 65 m/s² em torno de 0,11 s; Cinto 3 alcança o maior pico, de cerca de 190 m/s², em aproximadamente 0,14 s; Cinto 4 tem pico de cerca de 80 m/s² em torno de 0,19 s; Cinto 5 tem pico de cerca de 175 m/s² próximo de 0,28 s.
Textos contidos na imagem (gerado por IA)
Aceleração (m/s²)
Tempo (s)
Cinto 1
Cinto 2
Cinto 3
Cinto 4
Cinto 5
200
160
120
80
40
0
0,00
0,05
0,10
0,15
0,20
0,25
0,30
Qual modelo de cinto oferece menor risco de lesão interna ao motorista?
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1
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2
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3
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4
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5