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Descrição da imagem (gerado por IA)
Tira cômica em preto e branco que se passa dentro de um elevador, com o painel de botões visível à direita e o batente da porta à esquerda. À esquerda da cena, uma mulher de cabelo cacheado e vestido de bolinhas aparece atrás de um menino também de cabelo cacheado, com a mão sobre o ombro dele. À direita, outra mulher, de rabo de cavalo, blusa clara com botões e bolsa a tiracolo, ergue a mão aberta na altura do rosto, em atitude de cumprimentar ou pedir passagem. No alto, uma tarja escura com o título 'FINÍSSIMA'. Sobre a imagem há um balão com a pergunta sobre etiqueta no uso de elevadores. No rodapé, aparece o início da resposta em destaque.
Textos contidos na imagem (gerado por IA)
FINÍSSIMA
Quais as regras de etiqueta para o uso de elevadores?
Adorei a pergunta, darling! Tem muita gente que não sabe
Adorei a pergunta, darling! Tem muita gente que não sabe se comportar no elevador do prédio onde mora nem no da empresa em que trabalha. Anote as minhas dicas para o bom convívio de todos: entre e saia rapidamente (nada de segurar a porta para terminar o bate-papo com a sua amiga); ao embarcar, cumprimente os que já estão presentes; encerre a conversa com o seu colega ao lado ou no celular antes de entrar; não entre se o elevador estiver cheio (o ambiente fica insuportável para todos); espere para embarcar, pois a preferência é sempre de quem está desembarcando; se você sair com o seu pet ou carregar objetos grandes, espere até que ele esteja vazio ou use as escadas.
Nas regras de etiqueta, a linguagem coloquial promove maior proximidade do leitor com o texto. Um recurso para a produção desse efeito constitui um desvio à variedade padrão da língua portuguesa. Trata-se do uso
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de palavras estrangeiras, como “darling” e “pet”, pois afrontam a identidade nacional.
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do verbo “ter”, que foi utilizado em lugar de “haver” com o sentido de “existir”.
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da forma verbal “adorei”, uma expressão exagerada de emoção e sentimento.
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do modo imperativo, típico das conversas informais.
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do substantivo “bate-papo”, que é uma gíria inadequada para regras de etiqueta.