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TEXTO I
A Marinha identifica, na voz de Thomas Barnett, uma ampla região potencialmente insubmissa ou simplesmente irredutível às normas gerais de funcionamento promovidas pelos Estados Unidos e sancionadas pelo Fundo Monetário Internacional, pela Organização Mundial do Comércio e pelo Banco Mundial. E não necessariamente por sua consciência rebelde, mas sim, em muitos casos, pela insubstancialidade de suas instituições estatais.
TEXTO II
Descrição da imagem (gerado por IA)
Mapa-múndi em preto e branco com contornos dos continentes e divisões políticas. Áreas sombreadas em cinza indicam petróleo e gás e aparecem na América do Norte, América do Sul, Europa, Oriente Médio, Ásia Central, Sudeste Asiático e Austrália. Círculos de contorno cheio destacam regiões de alta densidade e variedade germoplásmica, como o México, a América Central e os Andes, o Nordeste do Brasil, a região do Mediterrâneo, o Oriente Médio, a Ásia Central e o Sudeste Asiático. Elipses tracejadas, ligadas por linhas tracejadas que cruzam oceanos, marcam a chamada 'brecha crítica do Novo Mapa do Pentágono'. Na parte inferior, dentro de uma caixa, está a legenda com os três símbolos.
Textos contidos na imagem (gerado por IA)
Alta densidade e variedade germoplásmica
A “brecha” crítica do “Novo Mapa do Pentágono”
Petróleo e gás
OEA. F. Disponível em: https://www.oei.es/historico/decada/oee2.htm. Acesso em: 10 dez. 2021.
As preocupações do governo estadunidense expressas no texto e no mapa evidenciam uma estratégia para
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compartilhamento de inovações tecnológicas.
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promoção de independência financeira.
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incremento de intercâmbios culturais.
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ampliação de influência econômica.
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preservação de recursos naturais.