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A eletrólise é um processo não espontâneo de grande importância para a indústria química. Uma de suas aplicações é a obtenção do gás cloro e do hidróxido de sódio, a partir de uma solução aquosa de cloreto de sódio. Nesse procedimento, utiliza-se uma célula eletroquímica, como ilustrado.
Descrição da imagem (gerado por IA)
Diagrama esquemático de uma célula eletroquímica (cuba eletrolítica). No topo, há uma bateria com símbolos + e – e fios em espiral saindo para os eletrodos. No centro há um recipiente com solução aquosa de NaCl (representada em cinza), contendo dois eletrodos verticais de carbono separados por um diafragma de amianto. O eletrodo da esquerda é marcado com + (ânodo) e dele sai uma seta indicando Cl₂(g). O eletrodo da direita é marcado com – (cátodo) e dele sai uma seta indicando 'Produto secundário'. Etiquetas apontam: 'Solução aquosa de NaCl' para a entrada; 'Ânodo de carbono' para o eletrodo esquerdo; 'Diafragma de amianto' para o separador; 'Cátodo de carbono' para o eletrodo direito; e 'Dreno para solução aquosa alcalina' para uma torneira na base direita. Setas indicam o fluxo de elétrons (e⁻) nos fios. A legenda inferior diz 'Célula eletroquímica' com referência bibliográfica.
Textos contidos na imagem (gerado por IA)
e
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Bateria
Cl₂ (g)
+
Solução aquosa de NaCl
Ânodo de carbono
Diafragma de amianto
Produto secundário
Cátodo de carbono
Dreno para solução aquosa alcalina
Célula eletroquímica
SHREVE, R. N.; BRINK Jr., J. A. Indústrias de processos químicos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997 (adaptado).
No processo eletrolítico ilustrado, o produto secundário obtido é o
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vapor de água.
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oxigênio molecular.
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hipoclorito de sódio.
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hidrogênio molecular.
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cloreto de hidrogênio.