Mais
A criptografia refere-se à construção e análise de protocolos que impedem terceiros de lerem mensagens privadas. Júlio César, imperador romano, utilizava um código para proteger as mensagens enviadas a seus generais. Assim, se a mensagem caísse em mãos inimigas, a informação não poderia ser compreendida. Nesse código, cada letra do alfabeto era substituída pela letra três posições à frente, ou seja, o “A” era substituído pelo “D”, o “B” pelo “E”, o “C” pelo “F”, e assim sucessivamente.
Descrição da imagem (gerado por IA)
Esquema de codificação com duas fileiras de quadradinhos com letras. A fileira de baixo traz as letras de A a Z e está rotulada, à direita, como "Letra do texto original". A fileira de cima traz as letras de A a Z seguidas de A, B e C e está rotulada como "Letra do texto codificado". Setas verticais partem de cada letra da fileira inferior em direção à fileira superior, ligando cada letra àquela que está três posições à frente no alfabeto (A aponta para D, B para E, e assim por diante, com X, Y e Z apontando para A, B e C). Abaixo, à direita, está a fonte da imagem.
Textos contidos na imagem (gerado por IA)
Letra do texto codificado
Letra do texto original
A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
L
M
N
O
P
Q
R
S
T
U
V
W
X
Y
Z
Disponível em: www.codifica.ibict.br. Acesso em: 15 out. 2019.
Qualquer código que tenha um padrão de substituição de letras como o descrito é considerado uma Cifra de César ou um Código de César. Note que, para decifrar uma Cifra de César, basta descobrir por qual letra o “A” foi substituído, pois isso define todas as demais substituições a serem feitas.
Uma mensagem, em um alfabeto de 26 letras, foi codificada usando uma Cifra de César. Considere a probabilidade de se descobrir, aleatoriamente, o padrão utilizado nessa codificação, e que uma tentativa frustrada deverá ser eliminada nas tentativas seguintes.
A probabilidade de se descobrir o padrão dessa Cifra de César apenas na terceira tentativa é dada por